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Quem paga? Explosão destrói histórias e expõe riscos de prédios sem seguro

4 de março de 2026
em Notícias
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A semana começou, ontem, diferente para dezenas de famílias que, de uma hora para outra, perderam o chão – literalmente. A explosão em um apartamento destruiu parte de um prédio residencial no bairro do Stiep, na última sexta-feira (27), espalhou destroços, queimou histórias de vida e obrigou a retirada imediata de todos os moradores até que a estrutura esteja completamente segura para reocupação.

Enquanto engenheiros calculam danos estruturais, cerca de 90 moradores enfrentam outra realidade devastadora: o condomínio não tinha seguro. Segundo o diretor-geral da Codesal, Adriano Silveira, é prematuro falar sobre condenação total ou parcial do edifício. À Tribuna da Bahia, ele afirmou, ontem (2), durante visitação no local, que aguarda o relatório. “O engenheiro estruturalista esteve aqui nesse fim de semana e junto com nossa equipe vamos fazer análise mais completa, uma definição. Estamos acompanhando para laudos técnicos mais detalhados”.

Até lá, ninguém volta. De acordo com as primeiras informações apuradas no local, a explosão teria sido provocada por um botijão de gás dentro de um dos apartamentos. O impacto foi suficiente para destruir a unidade onde ocorreu o incidente, comprometer imóveis vizinhos e espalhar fogo e estilhaços por vários andares. As causas exatas ainda serão confirmadas por perícia técnica.

No meio do cenário de fuligem, móveis retorcidos e paredes expostas, a dor não tem só nome e endereço como também uma pergunta sem resposta clara: como reconstruir sem apólice que cubra o prejuízo? Morador do prédio desde 1982, o servidor público Antônio Carlos Borges da Silva Junior, 49 anos, resume o impacto com a voz embargada:

“O nosso apartamento pegou fogo todo. Perdeu tudo. Queimou tudo. Minha casinha…”. Ele e a esposa moravam num dos imóveis atingidos pelo incêndio. Eletrodomésticos, móveis, fotografias, lembranças afetivas. “Uma história de décadas consumida em minutos”, lamenta.

O prédio segue interditado. A esperança de moradores, conforme relata Antônio, está na ajuda dos poderes públicos: apenas quatro apartamentos do prédio tinham seguros privados. Antônio afirma que, após o incidente, autoridades municipais estiveram no local e se colocaram à disposição para auxiliar os moradores.

Segundo ele, o prefeito sinalizou apoio à reconstrução do prédio, assim como o comandante-geral da Polícia Militar. “Estamos nessa esperança, de ver o que iremos fazer. “Nunca fizemos seguro por falta de comunicação. Ninguém imagina que isso ia acontecer”, disse Antônio, ainda assimilando a dimensão da perda, enquanto relembra o episódio traumático que poderia ter acabado em uma tragédia com mortos.

“Eu estava dormindo no quarto, no apartamento onde tudo caiu em cima. Acordei com a explosão e saí correndo do jeito que eu estava. Depois do rescaldo, ainda voltei e peguei minha bermuda, celular, algumas coisas que deu tempo. Muita gente poderia ter morrido”, contou. Segundo ele, uma moradora do andar superior só escapou porque, ao ouvir o barulho, correu instintivamente para o banheiro. “As pessoas acionaram o instinto de sobrevivência”.

Como diz o ditado: “seguro morreu de velho”; veja a importância de acionar a proteção

A explosão que deixou famílias desalojadas não só escancarou perdas materiais e afetivas, como evidenciou uma fragilidade que muitos moradores só percebem quando o pior acontece: a falta de seguro do condomínio, uma proteção que, além de ser obrigatória por lei, pode ser a diferença entre reconstruir e quebrar financeiramente.

O artigo 1.346 do Código Civil Brasileiro determina que todo condomínio edilício deve contratar seguro contra risco de incêndio ou destruição total ou parcial da edificação. A responsabilidade pela contratação e renovação é do síndico.

Na prática, o seguro condominial cobre a estrutura do prédio e as áreas comuns: pilares, lajes, fachadas, escadas, garagem, elevadores e demais equipamentos coletivos. É justamente essa parte estrutural que demanda os maiores investimentos em caso de explosões ou incêndios. Sem apólice ativa, os custos de reconstrução tendem a recair diretamente sobre o condomínio, rateados entre os moradores.

Segundo especialistas ouvidos pelo mercado, o custo do seguro condominial é proporcional ao valor de mercado do prédio e tende a ser diluído entre todos os moradores. Em geral, ele gira entre 0,001% e 0,01% ao ano sobre o valor total do condomínio, conforme parâmetros de seguradoras, o que significa que, em um prédio avaliado em R$ 10 milhões, por exemplo, o gasto anual com a apólice poderia ficar da ordem de R$ 2.000 por ano. “um valor pequeno diante das perdas que um sinistro pode causar”, explica o corretor Carlos Augusto Nóbrega.

No caso do seguro residencial individual (contratado por cada morador) os valores também costumam ser mais acessíveis do que muitos imaginam. Dados de cotações no mercado apontam que um seguro residencial básico no Brasil pode variar, em média, entre cerca de R$ 300 e R$ 800 por ano, dependendo do tipo de cobertura e do valor do imóvel.

A distinção entre os dois tipos de apólices é essencial: o seguro condominial protege o prédio e as áreas comuns, enquanto o seguro residencial protege os bens dentro da unidade privativa, como móveis, eletrodomésticos, roupas, objetos pessoais e equipamentos. Quando combinados, ambos oferecem uma camada de proteção muito mais ampla para moradores e gestores.

Especialistas em seguros ressaltam que manter a apólice em dia é mais do que cumprir a lei: é garantir que, em caso de sinistro, haja respaldo financeiro para enfrentar o imprevisto sem desembolsar grandes quantias à parte ou comprometer a vida financeira do condomínio.

“Ninguém imagina que uma tragédia dessa vai acontecer”, relata morador

“O seguro condomínio é obrigatório, seu pagamento é feito por meio das cotas e protege as áreas comuns contra riscos de incêndio, explosão e raios, assim como indeniza prejuízos causados à estrutura física”, afirmou David Beatham, diretor-executivo de Automóvel, Massificados e Vida da Allianz Seguros, em entrevista publicada em veículos especializados no setor.

Na visão dele e de outros executivos do mercado, tratar o seguro como apenas mais uma despesa de condomínio, em vez de uma proteção fundamental do patrimônio coletivo, é um erro que pode custar caro quando um sinistro ocorre. A ausência de seguro, no momento em que um incêndio ou explosão provoca danos estruturais severos, pode deixar moradores sem amparo e obrigar o uso de recursos próprios ou apoio emergencial público para reconstrução.

Para moradores como Antônio, que perderam tudo e agora dependem de promessas de apoio externo enquanto aguardam a conclusão de laudos técnicos e obras, essa realidade virou um aprendizado doloroso: “ninguém imagina que uma tragédia dessas vai acontecer. Até que acontece”, desabafa.

Apesar da perda total, Antônio tenta manter a esperança. “Mas é isso mesmo, a vida é isso mesmo”, afirmou, numa mistura de resignação e fé na reconstrução. E a pergunta que agora paira sobre os escombros é: quem paga a conta do recomeço?

Kelly Borges, filha do síndico do bloco, José Carlos, está realizando uma vaquinha para arrecadar recursos que ajudem na reconstrução do prédio e dos apartamentos. Todo o valor arrecadado será revertido para restabelecer o lar dessas famílias e devolver a elas a dignidade perdida. Para ajudar: doe via PIX 5976987@vakinha.com.br.

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